Resolvi fazer esta postagem para mostrar duas formas diferentes de encarar EAD.
Não se trata de nenhum estudo aprofundado de motivações ou pesquisa baseada em imensa consulta popular. São apenas duas experiências "pescadas" da internet, que mostram como uma mesma ferramenta pode ser bem ou mal aproveitada e que resultados podemos obter com isso.
Vamos começar com um exemplo positivo:
Antônio Edijalma Rocha Junior, aluno do curso a distância de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial da UNINTER (SP) teve a maior nota no último Exame Nacionalde Desempenho de Estudantes (ENADE).
É importante lembrar que o EANADE não faz distinção entre alunos presenciais ou a distância no que se refere a pontuação ou método de avaliação.
Veja mais detalhes aqui: O aluno EAD e o ENADE
E agora, um comentário negativo:
Douglas Nascimento, 35 anos, fotógrafo, pesquisador, jornalista e aluno da Uni Sant’Anna (SP), manifesta em seu blog todo o seu desagrado com a educação a distância, reportando suas dificuldades e impressões sobre a modalidade.
Mais interessante até do que os argumentos de Douglas (que pessoalmente, acho mal fundamentados), são os comentários dos leitores concordando e discordando de suas idéias.
É uma leitura interessante, pois nos leva a um debate que cedo ou tarde surge para quem trabalha em EAD.
Veja mais detalhes aqui: EAD, falência moral do ensino
Aguardo os comentários de vocês.
Diante de todas as justificativas, percebemos que Douglas deve ter passado por uma experiência negativa online e a partir daí está generalizando a todos os cursos EAD. Quando ele questiona o “tempo”, a seguir o exemplo explanado essa pessoa não teria condições de fazer um curso presencial, sendo que a EAD oferece essa flexibilidade de local e horário acrescido do custo de deslocamento. Quanto possuir computador, um dos requisitos é possuir tal equipamento com acesso a internet.
ResponderExcluirLuciana Magnavita
Para mim é incostetável a percepção de cada uma das pessoas, pois trata-se de um ponto de vista. Por mais que façamos um exercício de empatia, não podemos avaliar como se fosse aquela pessoa. O que vale é a experiência. No máximo podemos falar da nossa para estimular o outro a tentar mais uma vez. Vale o que sentimos. Para ser um aluno em EAD é preciso ter uma autodisciplina, ser perseverante e automotivado e tantas outras características.
ResponderExcluirPara mim é incostetável a percepção de cada uma das pessoas, pois trata-se de um ponto de vista. Por mais que façamos um exercício de empatia, não podemos avaliar como se fosse aquela pessoa. O que vale é a experiência. No máximo podemos falar da nossa para estimular o outro a tentar mais uma vez. Vale o que sentimos. Para ser um aluno em EAD é preciso ter uma autodisciplina, ser perseverante e automotivado e tantas outras características de autonomia que garantirão o sucesso da experiência.
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